Hoje a morte bateu na porta da minha família...a irmã da minhã avó, que também desencarnou há dois anos atrás, se juntou à ela...de cinco irmãos, sendo quatro mulheres, três delas já partiram - a descendência Pacheco está diminuindo em suas raízes.
Minha família é formada de vários lugares diferentes. No meu sangue corre a essência mineira, indígena, nordestina e portuguesa - me interessa é estar nessa mistura toda, ser tudo beirando a um nada improvável.
Me maior orgulho é meu lado nordestino, mesmo sendo o menor deles. O sobrenome que minha vó traz e que tomei para mim como nome artístico é o Ferreira. Gosto do poder, da força e da luta que esse nome carrega.
É exatamente essa forçaa que eu busco todos os dias.
Hoje, com a morte da minha tia avó pensei mais uma vez nas minhas escolhas e os rumos que a vida pode seguir. Agora que acabei de chegar do curso da Fátima também repensei em tudo, tudo aquilo que está a minha volta e quem faz parte daquilo que eu sou.
Acho que não falei nada com muito sentido ou sobre o que deveria falar, mas tinha que dizer exatamente isso.
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